Arquivos Mensais: abril 2008

Chackra Frontal – Ajna

Nome em sânscrito: Ajna
Localização: Logo acima da região entre as sobrancelhas, chegando até ao meio da testa.
Pétalas: 96
Cor: Azul Índigo, também possui muito branco e amarelo.

                 O Chackra Frontal é responsável por captar a energia do meio ambiente para os olhos e o canal nasal. Está ligado à glândula hipófise, que controla todas as glândulas endócrinas abaixo dela. Pode se deduzir, então, a importância desse Chackra em todos os demais.
                Está relacionado com a inteligência num sentindo mais amplo que o intelecto. É o Chackra do aprendizado e do raciocínio elevado. É a sede da nossa mente, onde se dá  a sequenciação  lógica do nosso pensamento. Em conjunto com o Bindu (chackra secundário), trabalha os aspectos de abstração imaginativa e intuitiva.
Atua diretamente na clarividência e na intuição. Quando está hiperativo, promove uma sensação de pulsação e calor na testa. É o Chackra mais fácil de sentir, uma vez que está ligado aos olhos – local onde quais a maior parte da nossa energia mental escapa (sentido que mais usamos).  
                Desequilíbrios nesse chackra podem causar: falta de objetivo, instabilidade, alienação, intelectualismo excessivo, vícios, problemas nos olhos etc.

Chackra Coronário – Sahasrara

Nome em sânscrito: Sahasrara, Lótus das Mil Pétalas.
Localização: no meio do alto da cabeça
Pétalas: 972
Cor: Violeta, branco puríssimo.

           O Chackra Coronário é o único que tem sua boca aberta para cima. Ele capta as energias cósmicas, estelares e energiza o cérebro, o sistema nervoso e a glândula Pineal.
A Pineal, dentro dos meios espirituais, tem extrema importância, sendo responsável por inúmeras faculdades psíquicas e as expansões da consciência. O principal nó que prende o espírito ao corpo físico está relacionado a essa glândula.
         Esse Chackra representa a própria expressão do divino. É através desse chackra que nossas aspirações espirituais mais profundas conseguem se manifestar nas vivências do dia-a-dia.
        Desequilíbrios nesse Chackra podem acarretar num materialismo excessivo, insônia, enxaqueca, desordens no sistema nervoso, histeria, neuroses, disfunções sensoriais, etc.

Um exemplo de uso de cristais no Reiki

      Uma cliente de quase uns 40 anos foi encaminhada para o nosso atendimento com Reiki. Nessa época atendiamos em um Centro Espírita, num local separado das reuniões e em um dia exclusivo. O trabalho era puramente com reiki sem nenhuma interferência nossa na Casa e nem deles em nós. Vez ou outra as entidades de outras reuniões encaminhavam pessoas. Bem, essa senhora possuía queixas muito difusas e a gente estava trabalhando mais um reequilibrio geral.

       Era uma pessoa com muitos bloqueios na região do chackra umbilical. Tinha muita mágoa, remorso, questões mal resolvidas (sua opção sexual não era aceita pela família que gerou inúmeros conflitos ao longo dos anos). O chackra mal girava. Alguns desses bloqueios se encontravam na nádi principal, uns quatro dedos acima do umbigo dificuldando a passagem da energia que descia e atrapalhando a que subia.

         Resolvemos dar uma atenção especial a região abdominal (que na maioria das pessoas é dançada, exatamente pelos chackras dessa região trabalharem com emoções mais primitivas, viscerais). O reiki parecia que mergulhava num buraco negro quando a gente aplicava ali, a clarividente em certa altura não conseguia ver o canal de energia descendo. Pegamos um cristal grande (quase dois palmos) e relativamente fino, biterminado e colocamos em cima da região. Quase que automaticamente a energia usou o cristal como via condutora deixando uma parte da nádi vazia. Começamos a tirar alguns bloqueios que saiam como figuras geometricas negras (cubos, piramides, prismas etc). Ao final retiramos o cristal e o canal se restabeleceu e as energias puderam passar. Com o chackra sendo melhor nutrido melhorou muito o quadro dela em geral e o sistema energético dela foi se reequilibrando mais rapidamente.

Caso II – Implantes astrais “de outros mundos”

        Outro caso interessante que nós atendemos foi um senhor de aproximadamente uns 40 anos com um nivel intelectual bom que veio até nós por causa de dores na barriga. Ele fazia parte de um grupo controverso que se reúne no Mato Grosso e havia cortado os laços com esse grupo. Logo na primeira sessão o que chamou a atenção era um pequeno aparato astral na altura da nuca, mas o mais interessante era que não era nada daqui. Logo de cara os guias astrais orientaram que o aparato não podia ser removido. O pior é que o moço sabia do raio do aparelho e nem queria que ele fosse removido. Segundo ele era um aparelho que modulava a frequencia vibratória do corpos energéticos, só que o raio do aparelho tava desregulado. Como eu fui descobrir depois existe uma grande diferença entre aparelhos astrais terrenos e não terrenos. Geralmente a tecnologia de fora machuca mais. Bem, a gente não podia tirar o aparelho então o máximo que conseguimos foi diminuir um pouco a adesão dele. No final a gente tinha desvirtuado da queixa do cliente e só pensavamos no raio do aparelho e eu falando um monte de asneira pra ele. Teve até um dia que eu fui aplicar reiki na nuca dele e saí com uma puta dor na barriga (que tava na altura do aparelho).

          Após várias sessões sem sair do lugar  decidi voltar ao objetivo principal. Quando falei com ele que ia parar de encher o saco por causa do aparelho e ia voltar a olhar a gastrite ele me disse. Um ser chegou pra mim durante a meditação essa semana e me disse que vc faria isso. Ai, eu pensei, que bom… Realizamos uma técnica kahuna de ”cirurgia energetica”. Foi tirado um puta emplastro do chackra umbilical dele. Ai as coisas ficaram mais claras. O grupo que ele tava e tal, quando ele saiu, ninguém sai de graça, mandaram aquela carga ali. Nas outras duas sessões repetimos a técnica e no final trabalhamos pra reestruturar o chackra. Resultado, nas últimas sessões o homem havia até esquecido de tomar seus remédios pra dor.

         E o aparelho… Com o tempo foi devidamente ajustado. Os guias durantes as primeiras sessões chegaram a cruzar as espadas na frente nossa pra proteger do pulso eletromagnético. Mas no fim ficou tudo bem. 

Como o reiki funciona?

 A energia vital não sustenta somente o corpo em atividade. Ao pensarmos, geramos formas de pensamento que possuem cor, forma e ocupam lugar no espaço.  Esses pensamentos são alimentados pela energia proveniente da nossa força vital. As emoções consumem mais força vital do que os pensamentos. Essa energia vital provém de várias fontes: do ar, dos alimentos, da água, do sol etc. Nos dias de hoje, respiramos um ar poluído, nossos alimentos carecem de qualidade nutritiva e vivemos enclausurados, longe das fontes de energia pura, vindas da natureza. Como resultado, é gerado um déficit de energia – não conseguimos repor tudo o que gastamos. O corpo, como uma máquina perfeita, possui mecanismos para tentar reverter esse processo. Logo, surgem os sintomas, a manifestação de que algo está errado.          Uma dor de cabeça, um problema de pele ou qualquer outro sintoma é uma forma de mostrar que algo precisa mudar. Muitas vezes, coisas simples, como descansar mais, tomar mais água e comer melhor, são fatores importantes que são negligenciados. O Reiki repõe a energia deficitária e dá ao corpo a capacidade de retomar a homeostase.
 Somos constituídos de energias polarizadas, Yin e Yang. O Yang está relacionado a características mais ativas e o Yin a características mais passivas. As pessoas dificilmente conseguem um equilíbrio entre esses dois pólos, recaindo em comportamentos característicos de um ou de outro. O Reiki, sendo uma energia apolar, reequilibra esses pólos, resultando em uma pessoa mais centrada e equilibrada.
 Outro fator importante, que concerne o funcionamento do Reiki, vem de nossa estrutura enérgica. Nossos corpos energéticos são formados por inúmeros centros e canais que podem sofrer drasticamente com padrões de pensamento e emoções deletérios. Raiva, ódio, ciúme, apego, todas as baixas emoções agridem os nossos corpos energéticos – gerando bloqueios e/ou deformando nossos centros distribuidores de energia. Isso acaba comprometendo as nossas funções psíquicas, emocionais e físicas. O Reiki atua nos bloqueios, dissolvendo-os e promovendo o livre fluxo de energia, assim como o restabelecimento do bom funcionamento dos nossos centros energéticos.
 O corpo, então equilibrado e com um bom fluxo de energia, tem melhores condições de se curar ante uma agressão – restabelecendo, assim, sua homeostase e garantido a manutenção da saúde nos níveis físicos, psíquicos e emocionais. 
    

Catarse

Catarse 
 
            O Reiki pode desencadear, no receptor, um processo de desintoxicação chamado de crise radical ou catarse. Esse processo se caracteriza por uma liberação das toxinas armazenadas e pode ser intenso e desagradável.
            A catarse pode fazer com que o receptor se sinta pior no início do tratamento que antes. O motivo é a liberação de toxinas e bloqueios estagnados. Imagine uma piscina com toda a sujeira decantada, o Reiki agita essa água para poder filtrá-la. Essa liberação deve ser encorajada e explicada ao receptor. Tomar muita água, alimentos depurativos, refeições mais leves, descansar mais, ajudam no processo.
     São comuns algumas alterações orgânicas: vômitos, bocejos, lacrimejamento, sensação nos ouvidos, dores, espinhas na pele etc. Uma disfunção orgânica muito comum, decorrente desse processo, é a diarréia (que não deve ser reprimida). Ela dura até no máximo 3 dias. O processo total de limpeza pode vir a durar no máximo 21 dias.  Terminada a catarse a pessoa se sentirá melhor do que há muito tempo. O apoio durante esse processo é muito importante.

Os sete chackras principais – localização

Dos bilhões de chackras existentes no corpo etérico, sete se destacam devido à sua conexão com as glândulas endócrinas. As glândulas endócrinas regulam todo o corpo através dos hormônios que são lançados diretamente na circulação sanguínea. Os Setes Chackras principais estão na linha axial do corpo. São eles:

Chackra Coronário – Topo da cabeça
Chackra Frontal – Logo acima da região entre as sobrancelhas, chegando até ao meio da testa.
Chackra Laríngeo – no meio da garganta.
Chackra Cardíaco – no meio do peito, entre os mamilos.
Chackra Umbilical – um centímetro acima do umbigo.
Chackra do Baixo Ventre ou Sexual – uns quatro centímetros abaixo do umbigo.
Chackra Básico – na base da coluna.

Duplo etérico

O corpo físico é formado de energia condensada, logo, ele também é um corpo energético. Nosso corpo físico é interpenetrado por outros corpos mais sutis que formam camadas energéticas em torno do corpo físico. Nosso sentido visual só é capaz de captar aquilo que reflete a luz visível e esses corpos, por sua natureza sutil, não refletem a luz, então, para visualizá-los é necessário desenvolver algumas capacidades psíquicas (clarividência, etc).

O duplo etérico é um campo energético bastante densificado, através do qual o corpo físico se une ao psicossoma. É uma zona intermediária, nem tão sutil, nem tão densa. Alguns pesquisadores chegam inclusive a afirmar que o duplo etérico possui massa. A consciência necessita desse campo – o duplo etérico -  para utilizar as células do cérebro físico. Sem o duplo, as emanações emocionais do psicossoma não teriam acesso à matéria física.
Desregramentos, vícios e substâncias corrosivas, como álcool, fumo, drogas, além de alguns medicamentos muito fortes, danificam o duplo etérico. Assim, as brechas formadas em nossa estrutura permitem que seres astrais nocivos lesem nossos corpos energéticos.

A saúde do duplo etérico está intimamente ligada à saúde do corpo físico, dos pensamentos, dos sentimentos e das emoções.

Chackras – Breve noção

Chackra em sânscrito significa Roda. São vórtices de luz que absorvem ou eliminam energia. Pode-se dizer que para cada poro físico tem-se um micro-chackra, que em conjunto formam uma verdadeira respiração energética. Os mestres antigos notaram que sete desses chackras se destacavam pelo tamanho e brilho e que eles estavam ligados a glândulas endócrinas do corpo.    

Além de promoverem a absorção, a eliminação e a circulação da energia, os chackras também tem um importante papel na ligação do psicossoma (corpo astral) com o corpo físico, fazendo um trâmite energético entre planos. Os chackras estão localizados no duplo etérico.
Os Chackras possuem uma tela que recobre sua boca, filtrando as energias que entram e que saem, garantindo a saúde do duplo etérico e do psicossoma. Várias substâncias agridem essa tela, como o cigarro, álcool, drogas e medicamentos muito fortes. O uso abusivo dessas substâncias traz sérias conseqüências ao bom funcionamento do nosso sistema energético. 
 

A Aura

A energia bombeada pela circulação, principalmente aquela advinda do ar, é exudata para fora dos vasos, formando um campo de luz em volta da pessoa. A íntima relação desse campo de luz com a respiração  é chamada de aura – do latim “Sopro de Ar”.

A aura reflete o nosso padrão psíquico, emocional e físico, espelhando nossos pensamentos, desejos e sentimentos. Quando estamos com a auto-estima baixa, muito insatisfeitos e com pouco amor próprio são geradas brechas na aura. Por oposição, uma boa auto-estima faz com que a aura fique forte e expandida.
Quando estamos próximos de outras pessoas as auras se tocam e comunicam sensações.  Quando a aura está em boas condições, pensamentos e sensações alheias passam por uma triagem, evitando contaminações. Se estivermos passando por dificuldades e com um baixo padrão de pensamentos e emoções, nos tornaremos, conseqüentemente, mais suscetíveis a uma infinidade de energias nocivas.
Na aura existem bilhões de aberturas semelhantes a poros energéticos por onde a energia entra ou sai. Os antigos mestres hindus chamaram essas aberturas de chackras.

Exercício para fortalecer a aura: Eleve os pensamentos e visualize um campo de luz amarelo em volta do seu corpo brilhando intensamente. Preste atenção para não tencionar seus músculos. Mantenha a visualização por alguns minutos. Visualize um campo de luz azul claro por alguns minutos. Esse exercício, se feito diariamente por alguns minutos, fortalece a aura, deixando-nos mais centrados e menos suscetíveis a contaminações por ambientes e por outras pessoas.

Um pouco sobre como o ser humano assimila energia

O Ser Humano usa energia para pensar, sentir e agir. Existem três vias cruciais para assimilação de energia. Uma via é responsável por assimilar a energia do cosmos, outra energia proveniente da respiração e por último temos a energia da terra.

Pelo alto da cabeça são absorvidas as energias cósmicas (celestes, estelares, energia de planos superiores). Pelos pés, entram as energias mais densas da terra (elas sobem pelas pernas,  entram pelo períneo, passam pela base da coluna e sobem pela coluna). Através da respiração, absorvemos a energia do meio ambiente a nossa volta, que não é nem a energia telúrica – que vem de baixo -  nem a energia celestial. As três energias vão para a área cárdio-respiratória, onde são devidamente processadas, bombeadas pelo coração e distribuídas por todo o corpo através do sangue, animando, assim, o Ser Humano.

Introdução à bioenergia

A Física Moderna reconhece que tudo no universo é energia. Matéria é energia condensada e energia é matéria em estado radiante. A palavra energia vem do grego ENÉRGEIA e significa atividade ou movimento. Energia é aquilo que traz o movimento, que nos capacita a realizar trabalho.

A energia que viaja pelo vácuo do Universo é chamada de Energia Cósmica ou Universal. Essa energia (Rei) nutre tudo no Universo Interdimensional. É onipresente e impessoal, interpelando-se por todos os planos de manifestação.
Quando a energia do cosmos chega a uma atmosfera, ela interage com os elementos do planeta mudando seu padrão vibracional. Isso forma a atmosfera vital desses elementos.
 
No caso da Terra, o primeiro elemento com o qual a energia interage é o ar.  Ao interpenetrar a terra, ela assume um padrão vibracional mais denso, sendo chamada de energia telúrica. Na água, ela não é nem tão sutil quanto o ar e nem tão densa quanto a terra, é caracterizada pela fluidez. Em contato com o fogo é chamada de energia ígnea.
A energia também interage com os seres vivos, assumindo os aspectos vibracionais condizentes com a espécie e, se for o caso, com as emoções e pensamentos que aquele ser vivo expressa. 

Os 21 dias de limpeza – o Expurgo

 A sintonização muitas vezes desencadeia um processo de limpeza que afeta o corpo, a mente e as emoções. Pode parecer que a situação piorou após a sintonização, mas é exatamente nesse processo que toxinas e impurezas são eliminadas. Na sintonização, uma grande quantidade de energia é injetada no futuro reikiano. Essa energia vai, ao longo dos dias seguintes, limpar importantes canais e centros energéticos.
 Esse período de ajuste às novas vibrações é necessário ao corpo. A limpeza pode ocorrer de vários modos: através da urina, das fezes, do suor, dos pensamentos, dos sonhos, da pele, etc. O processo tem a duração mínima de 4 dias e máxima de 21 dias. As reações são diferenciadas de pessoa para pessoa. Uma pessoa pode ter várias reações e outra poucas ou nenhuma perceptível. O nível no qual a pessoa vai ser sintonizada também tem relevância, ou seja,  algumas pessoas podem ter reações  significativas na sintonização de um nível e nenhuma reação em outra sintonização.
 Nos primeiros 3 dias a energia atua do Chackra Coronário até o Chackra Cardíaco. A limpeza até o Chackra da Base é um processo mais demorado, levando aproximadamente 18 dias, uma vez que os Chakras inferiores giram numa velocidade menor e trabalham com energias mais densas.
 Algumas atitudes por parte do iniciado podem ajudar o processo de limpeza:
- Minimizar (evitar ao máximo) o consumo de: Álcool, carne vermelha, carne de porco, enlatados, tudo que seja muito artificial.
- Ingerir muita água, legumes e verduras.
- Auto-aplicação diária (Posição 1 e 4 da Cabeça; 1 e 3 da Frente; 3 e 4 das Costas)
- Durma o suficiente para que sua saúde esteja em dia.
- Dedique um tempo para você, em atividade contemplativa (meditação).

A Sintonização ou iniciação

Para que uma pessoa esteja apta a canalizar o Reiki, é necessário que se passe por uma sintonização, também chamada de iniciação. Na sintonização, o “Rei”, ou Consciência Espiritual, faz os ajustes no sistema energético do estudante para que ele seja ligado à fonte do Reiki e, assim, possa canalizá-lo.

O Mestre em Reiki atua como um canal para que as Forças Superiores possam dirigir o processo. Vários Guias do Reiki, e outros Seres Espirituais, se fazem presentes, auxiliando a sintonização.

Os canais de força do corpo, responsáveis pela captação, processamento e distribuição do Reiki, são ativados, proporcionando um melhor potencial de cura e harmonização. A sintonização habilita o praticante a canalizar o Reiki até o final da vida. O que não quer dizer que a qualidade e a capacidade de canalizar de uma pessoa que trabalha com Reiki a vida toda seja a mesma de  uma que fica 40 anos sem aplicar. A medida que o Reiki flui, os canais do corpo são limpos e os chackras, envolvidos no processo, são estimulados.

A pessoa que está sendo sintonizada poderá experimentar várias sensações como: paz, harmonia, calor em alguns pontos, relaxamento, tristeza, choro, amor, até visões e mensagens.

Várias pessoas passam por várias sintonizações no mesmo grau. O que pode ajudar a refinar a capacidade de canalizar o Reiki. Mas passando ou não por várias sintonizações, a canalização do Reiki torna-se mais eficiente se aliada a bons hábitos. Meditação é um bom exemplo – meditar não é ficar sem fazer nada, é tornar-se vazio, é se livrar de todo o lixo interno para que o Amor Divino possa preencher o interior do Ser.  Não importa por quantos mestres foi ou ainda vai ser sintonizado, mas sim o que é cultivado dentro do coração. O Reiki pode ser uma ferramenta para que passos importantes sejam dados, mas eles só serão dados se você andar. Nenhum professor ou mestre pode fazer isso por você.

O que é Reiki? Parte 2 – “Ki” A Energia da Vida

O Ki é a energia não-física que anima todas as coisas vivas. Tudo o que está vivo é permeado por ela. É a energia primária das nossas emoções, pensamentos e vida espiritual. Bloqueios e níveis baixos de Ki podem causar estados patológicos.

Essa energia, que sustenta a vida, recebe diversos nomes em outras culturas: o Chi dos Chineses, Prana na Índia, Orgone, Bioplasma, etc. Existem vários tipos de Ki listados na sabedoria oriental, como por exemplo, o Ki dos alimentos, do ar, dos ancestrais etc.

Todas as técnicas de cura utilizam o Ki, mas nem todas utilizam o Reiki. Algumas pessoas podem ter nascido com a capacidade de canalizá-lo ou podem de algum modo tê-lo recebido, mas para a grande maioria é necessária uma sintonização. Tal questão será abordada mais adiante.